sábado, 6 de janeiro de 2007

Quase Nunca


Hoje o teu aroma envolveu o ar
Para me enloquecer,
Pondo-me a te buscar.
Seus atos circundam a idéia na mente,
Maiormente, seu sorriso e seus lábios.
Em momentos de encanto absoluto
sinto o calor do seu corpo acanhado,
Sinto a textura da sua pele sobre meus dedos,
Ouço seus sussurros prazerosos.
Sinto a transpiração fluindo de nossos corpos e
experimento a dor da nostalgia.
Lamento por não poder acariciar o seu velo,
Me vejo possuído pela aflição da lonjura e exclamo por não poder por-me ao seu lado.
A consternação convive com a atmosfera
E as estrelas não vestem mais o crepúsculo,
O Sol não aquece mais o corpo
Unicamente a Lua, com a sua claridade fria, ora por amor
E faz reviver a antiga agonia que se aloja na alma,
Pondo-me a imaginar com ósculos, abraços e cuidados que
Quase nunca, quase jamais pude experimentar.

PHILIPPE RODRIGUES

2 comentários:

Anônimo disse...

Oiiii!!Adoro ler coisas que me fazem pensarr!!!Tá muito legal Philippe!!

Bejios

Bruna Ellen disse...

aeeeeeeee
\o/