quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Espirais do Tempo


Impressionante como algo invsível como o tempo é tão importante para nós. É nele que estão nossas expectativas de sucesso ou de completo desastre. Talvez por isso existam tantas teorias e mitos girando em torno desta força incontrolável.

Percebo qeu a linha da vida está repleta de ciclos, que se repetem de forma que nos força a mudar determinadas atitudes tomadas em determinadas situações. Quase como uma segunda chance.

Quando eu era uma criança exibia grande talento para o desenho e tinha ma grande curiosidade pela arte. O tempo foi passando e, de forma inesperada optei pelo jornalismo aoinvés de artes ou coisa parecida. Tudo corria de forma natural, me dava bem na faculdade, com as melhores notas da turma e sempre envolvido em algum projeto alternativo ligado ao jornalismo.

Minhas metas chegavam a surpreendera mim mesmo. Já me via trabalhando para a "Folha de São Paulo" e encerraria minha brilhante e radical carreira com um Best Seller dividido em uma trilogia. O Romance tentaria explicar a origem do "mal" e traçar seu comportamento diante do tempo ( olha ele aí de novo). O primeiro se passaria no Antigo Egito, no reinado de Akheanton, o segundo seria no tempo de Jesus Cristo e o terceiro e ultimo seria nos tempos atuais. Já tinha tudo planejado, roteiros do livro e carcaças de capítulos.

Certa vez me vi com vontade de desenhar novamente, mas não sabiao quê. Peguei o papel e um lápise comecei a desenhar o que estava a minha frene, um squeeze em uma mesa com cristais e um porta-foto. Então, aos poucos, fui largando o jornalismo e começando a entrar em design de produto.

Mal eu sabia que estava sofrendo a interferencia do alicerce do meu romance, o tempo. não percebi que a Roda da Vida tinha girado muito rápido e eu tinha retornado a minha antiga paixão.

Antigamente existiam divindades que comandavam o tempo como Chronos, Grande Senhor dos ponteiros solares. Também temos as Moiras, que acompanhavam e criavam o fio da vida de cada ser humano encarnado. Essas divindades podiam tecer o passado e o futuro dos homens de acordo com suas ações mas não se podia escapar do que chamamos de Sina.

Querendo desvendar o destino, os povos antigos observaram leis que agiam sobre o tempo. Classificaram o seu caminhar como circular, como se o tempo fluisse em círculos, como se o passado e o fuuro estivessem conectados e voltavam a se repetir. Não poderia repetir da forma exata, mas semelhante, devido a outra lei chamada de evolução. Com certeza. Com certeza estavam certos.

Analisando as coisas podemos perceber a ação dessas leis. no caso da moda, sempre se relança, com algum detalhe a mais, alguma tendencia do passado. Pessoas vêem chegar épocas de crise e de calmaria quase que numa sequencia programada e assim por diante.

Não bastando o fato de vivermos "presos" em circulos, surge uma teoria da fisíc quantica que diz que o tempo não é mais como estávamos acostumados. Que o dia tem somente 16 horas e explica o fato devido a um alargamento do diametro da terra e afastamento ou aproximação da Lua, não estou bem certo.

Se tal teoria estiver realmente certa, não só estaremos vivendo em uma espécie de rotina cármica, mas tam´bém estaremos vivendo-a intensamente, sem tempo de erras ou de até mesmo se arrepender. Um tempo onde o passado se mescla com o futuro, forçando-nos a nos preocupar somente com o momento presente.

domingo, 23 de setembro de 2007

sábado, 22 de setembro de 2007

SEGUINDO ESTRELAS

As estrelas e eu




Quando me sinto perdido, como nesta noite, vou até a minha janela e ascendo um cigarro. Apoio meus braços nos joelhos e contemplo o céu. Em questão de instantes minha mente começa a decolar através dos céus e de suas eternas companheiras, as estrelas.


Entre constelaçaões e duvidas, eu medito sobre o que me aborrece, me tira do centro, este estado tão difícil de ser alcançado e, principalmente, mantido. Geralmente é só colocar Shakira ou Carly Simon pra tocar para sentir minha alma abrandando aos poucos. Não sei bem o porque, mas existe algo na voz dessas mulheres que pode ser comparado com a lira de Apolo. Mas quando a música não é o suficiente é só mirar as estrelas e esperar.


Penso em meu pai, que tão distante luta pela manutenção da família, penso em minha mãe que nunca para de lutar pelo que quer, mas não percebe que está sempre com armas em punho devido a tal luta. Penso em Giselle, minha irmã, que está tentando entrar na medicina da UFMG e em Grazielle, que quanto mais ganha espaço na vida se torna fria e ausente.Também penso em um amor inconstante, que me me faz sofrer. Penso no rumo que estou dando em minha vida, o que é valido e que não é, e busco uma compreensão quase divina dos fatos.


A primeira sensação que me vem é de medo seguida do que chamo de "pequenidade". Me enxergo como menos que uma fagulha dentro do Universo. Penso que minha vida deve seguir como seguem os astros, determinados e seguros. Sinto medo pela solidão que chega quando se olha para as estrelas. Parece que são só elas e eu em toda a galáxia, e nada mais. Logo depois a "pequenidade" que, com certeza, vem do tamanho do Cosmo em relação a mim e do quanto me sinto ínfimo diante do seu espaço infinito.


O que torna a experiência interessante é que sempre, no final, me vem uma paz muito grande. Um sentimento fresco de esperança trazido pelo vento imprevisível da noite. Segurança que me vem quando lembro que tudo na vida muda, mas acompanhando o plano do Grande Deus. A única coisa que eu sei que não muda são as estrelas no céu e não importa qual rumo eu tome ou quanto tempo fico sem procura-las, elas sempre vão estar lá esperando por mim.

sábado, 8 de setembro de 2007

o Vôo do Grifo

Existe ma tecnica bacana para dormir... Quando deito na cama eu imagino uma história fantástica e fico viajando nela até dormir. Uso essa técnica todas as noites! Só que de um tempo pra cá percebi que não imagino mais situações incrivéis... revejo o que aconteceu durante o meu dia e, de vez em quando, acrescento alguma coisa em minhas visualizações que gostaria de ter feito e não fiz.

Não era de se stranhar, afinal, meus dias estão se tornando como histórias do imaginário grego. Tenh o feito coisas que sempre quis realizar como por exemplo trilhas de moto em macacos, cavalgar durante horas no final de semana e depois dormir com um copo de leite fresco fervido com açucar e sal...Enfim, sair da otina monotona que nos impomos durante o nosso caminhar.

Vejo o passado voltar forte em minha vida e eu tendo que me erforçar todo dia para ele não ser esmagado pela força brutal do futuro que se aproxima impiedosamente... Mas apesar desta frase parecer forte e preocupante sinto que, na pratica, é totalmente o contrário. Parece que miha alma voa nas costas de m grifo e o futuro pode ser enxergado de uma forma mais ampla, tirando assim algumas preocupações tolas sobre a vida.

Claro que tenho medo do que pode acontecer comigo, mas tenho mais medo ainda do que pode acontecer com quem esta ao meu redor quando a linha que enxergo no horizonte se cruzar em meu coração...

[http://www.youtube.com/watch?v=vOFjLHU9in4]